O mês de novembro é o mês da segunda etapa de vacinação do rebanho bovino brasileiro contra a febre aftosa. Grande parte do sucesso da imunização dos animais está no manejo correto para a aplicação da vacina.

Quando o animal é vacinado de forma individual, o manejo fica mais rápido, fácil e com menor estresse para o homem e para o animal. Outro aspecto é que a vacinação com o animal contido a laço ou no corredor diminui as chances de eficácia da vacina.

A aplicação de vacina no brete coletivo colabora para o nervosismo do rebanho, de forma que muitos animais acabam pulando e pisoteando outros mais fracos. Quando isso ocorre, além de machucar o animal, o trabalho precisa ser incessantemente interrompido. Na contenção adequada, reduzimos as probabilidades dos animais subirem uns nos outros, deitarem, pularem e ainda temos a certeza que imunizamos de maneira correta, sem subdoses ou superdoses.

Outros riscos apontados são ainda a quebra da agulha, perda de equipamentos e de doses, sangramento e refluxo da vacina por causa dos movimentos constantes dos animais. São fatores que influenciam nos gastos finais com a vacinação e nas perdas no frigorífico por lesões vacinais causadas por aplicações incorretas.

O manejo racional na vacinação proporciona ganhos em qualidade e produtividade para toda a cadeia. Além de garantir a sanidade do rebanho, chegam ao frigorífico animais com menores índices de perdas por conta da vacinação incorreta e, consequentemente, uma carne superior para o consumidor.

Adquirir a vacina em uma revenda de produtos agropecuários de confiança, garante segurança no momento de vacinar o rebanho. A segunda etapa da campanha nacional vai até o final de novembro, vale ressaltar que esta campanha é para animais até 24 meses. Muitos criadores não perderam tempo e já começaram a imunizar o rebanho.