Principais pontos
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No mercado brasileiro de soja, a semana começou lenta — há poucos negócios, produtores focados no campo e pouca movimentação do físico.
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Em termos de preços no Brasil:
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Passo Fundo (RS): manteve em R$ 136,00.
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Santa Rosa (RS): manteve em R$ 137,00.
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Cascavel (PR): manteve em R$ 135,00.
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Rondonópolis (MT): manteve em R$ 126,00.
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Dourados (MS): caiu de R$ 126,50 para R$ 126,00
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Rio Verde (GO): manteve em R$ 126,00.
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Paranaguá (PR): caiu de R$ 142,00 para R$ 141,50.
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Rio Grande (RS): caiu de R$ 142,00 para R$ 141,00.
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Na bolsa de Chicago (futuros) a soja com entrega em jan/2026 fechou em US$ 11,23 ¼ por bushel, redução de 1,75 centavo ou 0,15%.
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O dólar comercial fechou em queda de 0,12%, sendo cotado em torno de R$ 5,3945 para venda.
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Segundo analistas, o mercado aguarda volume maior de negócios — a movimentação está restrita e a principal fonte de suporte externo foi uma venda reportada de 123 000 toneladas de soja dos EUA para a China, o que ajuda, mas o consenso é de que isso não basta para sustentar alta expressiva.
Conclusão
Dado o seu foco no agronegócio, este cenário mostra que a soja está em zona de espera: os preços têm se mantido relativamente estáveis, poucas negociações firmes, o câmbio ajuda levemente, mas nada robusto para desencadear altas fortes. Isso significa que para produtores/operadores do grão, pode ser momento de definir estratégia de venda com calma, monitorando se os volumes começam a aumentar ou se o mercado externo traz novidades que possam mexer no jogo.