Cenario Rural

Dia Internacional de Preservação da Camada de Ozônio: Como o agro pode reduzir emissões de GEEs

GADO

Inerente à existência da terra e dos seres humanos, a camada de ozônio é invisível a olho nu. Mas sua importância contra os raios ultravioleta emitidos pelo sol, é cada vez mais presente na vida das pessoas. Não à toa, o reconhecimento desta ferramenta de sobrevivência do planeta motivou a criação do Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio.

Algumas das perigosas substâncias são os GEEs (gases do efeito estufa), que podem decompor parte da camada de ozônio e promover o aquecimento da temperatura do planeta, resultando em mudanças climáticas que comprometem a vida na terra. Estão no grupo o CO2 (dióxido de carbono), o CH4 (metano) e o N2O (óxido nitroso), produzidos por diferentes setores econômicos, dentre eles o agronegócio. Segundo o mais recente inventário de GEEs, o setor agrícola brasileiro é responsável pela emissão de 470 milhões de toneladas de CO2 equivalente. O setor de energia, com a queima de combustíveis fósseis responsáveis por 81%, emitiu em 2019, segundo o Iema (Instituto de Energia e Meio Ambiente), 414 milhões de toneladas de CO2 na natureza.

A ajuda vem do campo

Portanto, a boa notícia é que, as atividades do campo também mitigam e sequestram esses gases. Levando um balanço negativo de carbono, ou seja, ajudam o planeta.  A adoção de tecnologia como biogás, sistemas integrados e plantio direto, podem ajudar os produtores a reduzirem suas pegadas de carbono e prestar serviços ambientais à sociedade. Afinal, é o solo das fazendas que funciona como um depósito de carbono, como um sequestrador de GEEs.

 

Fonte: Forbes

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