Cenario Rural

Exportação de carne bovina do Brasil cresce 83% no início do mês apesar de bloqueio para China

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A média diária de exportações de carne bovina atingiu 12,4 mil toneladas até a segunda semana deste mês, uma disparada de 83,1% em relação ao volume embarcado por dia em setembro de 2020, apesar de uma suspensão temporária de vendas da proteína para a China, mostraram dados do governo federal na segunda-feira (14).

No dia 4 de setembro, o Ministério da Agricultura confirmou a ocorrência de dois casos atípicos da doença Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), conhecida como “vaca louca“, no Brasil. Portando, causou o embargo aos chineses a partir de então, devido a um protocolo já estabelecido pelo país asiático.

As exportações da proteína in natura do Brasil, no entanto, além de registrarem avanço significativo no comparativo anual, também aumentaram em relação à primeira semana do mês, quando a média diária estava em 10,5 mil toneladas, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

O diretor da Scot Consultoria, Alcides Torres, disse que cargas que estavam no porto prontas para envio, mesmo após a suspensão, embarcaram.

 

“O protocolo determinava que os abates de bovinos cuja carne, encaminhada ao mercado chinês, suspendido desde o dia 3 (de setembro). Não houve descumprimento por parte do Brasil”, afirmou o especialista.

Portanto, o efeito da suspensão de exportações para a China se traduza em números da Secex a partir da terceira semana deste mês.

Integrantes do setor acreditam que as exportações para a China retomarão ainda neste mês. Visto que testes realizados pela Organização Internacional de Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês) comprovaram que se tratavam de casos atípicos. Mantendo o status sanitário do país e sem riscos para a produção.

Fonte: G1

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